O que fazer quando o bebê está com cólica ?

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20/out/2020

As cólicas aparecem quando o bebê está com 2 a 3 semanas de vida. Na maioria das vezes não se associam a nenhuma doença e tendem a desaparecer, sem nenhum tratamento específico, por volta dos 3 a 4 meses de vida. Mesmo crianças em aleitamento materno podem ter cólicas.

 

O bebê apresenta uma dor ou incômodo agudo e em espasmos que se manifesta como um choro súbito, inexplicável e inconsolável. A criança fica vermelha, vira a cabeça para os lados, as mãos ficam fechadas e as perninhas se dobram sobre a barriga.

 

Esse quadro pode durar horas, com algumas pausas curtas. O choro não cessa com nada o que deixa os pais preocupados e tentando buscar uma solução para o problema a qualquer custo. Entretanto, pouco se sabe sobre a cólica do lactente. Não há uma causa totalmente conhecida e nenhum tratamento eficaz. Até hoje o que se tem são muito mais dúvidas do que respostas. Isso também gera muita preocupação e mais ansiedade para todos.

 

Há mais de 50 anos o que se sabe sobre a cólica e que permanece vigente até hoje é a dita “regra dos 3” que tentam explicar como é a cólica “normal” do bebê:

 

 

 

Dura pelo menos 3 horas

 

Ocorre pelo menos 3 dias por semana

 

Costuma desaparecer aos 3 meses

 

 

Além disso, ela acontece em um período determinado: fim do dia e início da noite.

Acredita-se que a cólica faça parte do amadurecimento do bebê (trato gastrintestinal e nervoso) e a sua intensidade é bastante variável. Alguns fatores que podem interferir são: temperamento da criança, ansiedade dos pais, personalidade da mãe e dinâmica e horários da casa.

 

O que fazer quando o bebê está com cólica ?

Não tem uma regra perfeita e muitas vezes nada funciona. Primeiro de tudo é ter calma e quando o cansaço aparecer pedir ajuda. Não é fácil ver a criança chorar dias seguidos por horas de forma inconsolável.

 

 

 

Tire todas as dúvidas na consulta com o pediatra

 

Saiba que isso, na grande maioria das vezes, é totalmente normal. Especialmente se a dor tiver as características citadas acima.

 

Leve o bebê para um lugar com pouca luz e barulho.

 

Segure o bebê com cuidado e carinho, se possível sem roupinha. Faça massagens leves pelo corpinho. O contato pele a pele é muito importante para a criança se sentir segura.

 

Não sacuda a criança, isso não piora a cólica, mas pode deixá-la mais irritada.

 

Quando a criança dormir, descanse também.

 

Nenhum remédio até o momento mostrou melhorar de forma importante a cólica.

 

Não dê chás, sucos ou preparados caseiros visando melhorar a cólica.

 

Continue amamentando. A alimentação não piora a cólica.

 

Crianças com cólica devem crescer e se desenvolver normalmente.

 

Lembre-se que esse quadro vai passar.


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20/out/2020

Pense na seguinte situação: você marcou com alguns casais de amigos de sair com a família para comer pizza, conversar, dar risada etc. No encontro, o assunto está agradável, mas as horas já se passaram e seu pequeno começa a dar os primeiros sinais de cansaço. Mais um tempo e seu filho está visivelmente incomodado. Você o pega no colo para tentar confortá-lo e ele faz manha, fica irritado e começa o chororô. Resultado: hora de ir para casa, fim do encontro.

 

Nessas horas, não tem jeito, a gente acaba se questionando sobre a educação que estamos dando a ele, se o estamos mimando demais…

 

Claro que todos os pais querem o melhor para seus filhos, mas existem alguns deslizes comuns na hora de educar os pimpolhos. Que tal analisá-los e repensá-los?

 

É preciso dizer não!

Muitos pais tendem a falar sim para tudo que o filho deseja, pede ou faz. Apesar de, muitas vezes, ser o caminho mais fácil, não é o mais saudável, já que é preciso que haja limites para as crianças se desenvolverem de maneira saudável. Por isso, é importante mostrar aos pequenos até onde eles podem ir, que é preciso seguir algumas regras e que alguns pedidos serão barrados.

 

O mais recomendável não é impor a sua autoridade, mas dialogar com a criança, mostrando o porquê aquilo não poderá acontecer.

 

“Nem tanto ao mar, nem tanto à terra”

Também não abuse dos “nãos”, eles podem perder a função. Ao invés de dizer “não faça isso”, “não diga aquilo”, que tal usar os “nãos” para os momentos realmente necessários e perigosos.

 

Pode ser muito melhor você dizer ao seu filho como gostaria que ele agisse e o elogiar a cada bom comportamento. Assim, você valoriza os “nãos” quando são pronunciados e, também, as atitudes corretas do filhote.

 

Pulso firme

A rotina de sono do seu pequeno já está estabelecida, e, agora, ele quer negociar um pouquinho mais de TV? A primeira vez você cede, a segunda, cede mais um pouco e, na terceira, virou um tormento: os cinco minutinhos extras se tornaram 30 minutos, e ele não quer saber de ir se deitar.

 

Por isso, é importante cumprir o combinado, sempre! Dessa maneira, você evita discussões e birras.

 

Derrube grandes expectativas

Você e sua família foram almoçar em um restaurante, chegando lá, seu filho fica eufórico e começa a gritar, seja para chamar a atenção ou simplesmente para se comunicar, e você se desespera e fica com vergonha. No lugar de repreendê-lo, que tal conversar com ele, dizer que a atitude de gritar não é legal, mostrar que ninguém em volta de vocês está fazendo isso e que não é isso que você espera dele?

 

Nessas horas, antes de perder a paciência, lembre-se de que seu filho não vai adivinhar como agir e se comportar em determinados locais, é preciso ensiná-lo.

 

Seguindo os seus passos

A gente sempre fala isso por aqui, mas não tem jeito, as crianças tendem a imitar a atitude dos adultos, por isso, seja o exemplo. De nada adiantará você pedir para ele não falar palavrão, se quando estão no trânsito, você usa as “palavras proibidas”.

 

Lógico que todas essas dicas são apenas algumas sugestões. Cada criança é única e, sem dúvidas, os pais conhecem bem os filhos para saber o que cabe em cada situação e como agir.

 

 

Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – http://www.nestle.com.br/vidademae


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20/out/2020

A constipação não é uma doença e sim um sintoma. Relaciona-se a um hábito intestinal alterado, identificado como:

 

 

Menor frequência de evacuações

 

Fezes mais duras e grossas

 

Dificuldade para evacuar (dor ou esforço)

 

Na constipação aguda, há mudança brusca do hábito intestinal que pode se relacionar a algum problema ou situação diferente que a criança passou ou está passando. Pode ocorrer quando ela está com febre, reduziu a ingestão de líquido ou alimentos ou começou a tomar algum medicamento (ex: antibióticos). A melhora tende a acontecer espontaneamente após a resolução do problema e o hábito intestinal volta ao normal.

 

A constipação crônica, por sua vez, é caracterizada como a mudança do hábito intestinal que dura mais do que oito semanas (2 meses). Pode estar relacionada a problemas no funcionamento e movimentação do intestino grosso e/ou dos mecanismos de evacuação, ou ainda, pode ser causada por problemas fora do intestino (doenças sistêmicas ou medicamentos).

 

Todo o alimento que é ingerido, forma um percentual de resíduo que não é digerido e nem absorvido no intestino delgado. Este chega ao cólon (intestino grosso) onde é compactado e fermentado por bactérias, formando o que é conhecido como massa fecal que caminha, lentamente, por todo o intestino grosso. Quando esse “bolo” chega ao reto, ocorre o estímulo para o reflexo de evacuação (sensação de vontade de fazer cocô). Quando a criança é pequena ela não consegue controlar esse reflexo.Isto passa a acontecer por volta dos dois anos de idade.

 

O hábito intestinal da criança e o aspecto das fezes vão depender do que ela come, do quanto ingere de fibras na dieta, de água, perfil de bactérias no intestino, como o intestino se movimenta e como está o controle para a evacuação (reflexo está adequado ou não).

 

Estima-se que cerca de 3% das crianças tenham constipação crônica.

 

É muito difícil caracterizarconstipação em lactentes (< 2 anos), porque é normal, que mesmo em aleitamento materno exclusivo, o hábito intestinal do bebê mude com o passar do tempo. No primeiro mês de vida, a criança faz várias vezes cocô mole ou até líquido durante o dia e em quase todas as vezes que mama.Com o passar do tempo, a frequência diminui e as fezes ficam mais formadas.

 

Quando se pode dizer que uma criança é constipada ?

 

Se ela apresentar pelo menos duas ou mais das seguintes características abaixo durante um período de, no mínimo, um mês para crianças menores de 4 anos e uma vez por semana, durante, no mínimo, dois meses para crianças maiores de 4 anos:

 

 

Duas ou menos evacuações por semana

 

Pelo menos um episódio de perda de cocô involuntária por semana (para quem já tem controle da evacuação)

 

Quando se percebe que a criança segura o cocô (tem medo de evacuar)

 

Presença de evacuações com dor ou que resultam em cocô endurecido

 

Presença de grande quantidade de cocô no intestino e reto

 

Eliminação de fezes volumosas que entopem o vaso

 

Como cuidar?

 

 

Mudança de comportamento – a criança deve tentar fazer o cocô todos os dias, em ambiente tranquilo e adequado. Isso é um treino importante para que ela se acostume a essa situação sem ter medo.

 

Remoção das fezes endurecidas do intestino – são utilizados medicamentos para que o cocô fique mais amolecido e saia mais facilmente.

 

Prevenção da retenção do cocô – orientar ingestão adequada de água e fibras, podem ser necessários medicamentos para deixar as fezes mais macias por algum tempo, como os laxantes.

 

Acompanhamento – toda a família deve estar envolvida no tratamento para que a criança se sinta segura e perca o medo de evacuar. Quanto mais treino e confiança maior a chance de sucesso no tratamento.

 

Se for diagnosticado algum problema de saúde relacionado à constipação o mesmo será tratado e só então se observa melhora dos sintomas.


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20/out/2020

O leite de vaca integral só pode ser utilizado a partir de 1 ano de idade tendo em vista que a sua composição nutricional não é adequada para o crescimento e desenvolvimento saudável dos lactentes, predispondo ao desenvolvimento de doenças em curto e longo prazo.

 

Dentre as doenças que podem acontecer em curto prazo, vale ressaltar a anemia carencial ferropriva. O leite de vaca possui uma quantidade de ferro inadequada e vários fatores que prejudicam a sua absorção. Mesmo crianças acima de um ano não devem ingerir mais do que 500 – 600 mL de leite ao dia, pois ele interfere na absorção dos micronutrientes dos outros alimentos, além de ser utilizado como substituto das refeições principais.

 

Fatores que aumentam o risco de anemia com o uso de leite de vaca:

 

 

 

 

Lactente têm necessidade de ferro elevada

 

O leite de vaca tem baixa quantidade de ferro

 

O ferro do leite de vaca é difícil de ser aproveitado

 

Leite de vaca pode levar a sangramentos intestinais invisíveis que levam a perda de sangue oculta e, consequentemente, de ferro.

 

 

Entre as doenças que podem acontecer em longo prazo, com o uso de leite de vaca no primeiro ano de vida, pode-se citar o ganho de peso excessivo que se associa com maior risco de obesidade no futuro.

A oferta de leite de vaca para bebês menores de um ano, ou em quantidade maior do que a recomendada para crianças acima de 1 ano de idade, faz com que o lactente receba grandes quantidades de proteína. O leite de vaca tem 5 vezes mais proteína e composição totalmente diferente da do leite materno.

Sabe-se hoje que a quantidade e tipo de proteína que o bebê recebe nos primeiros meses de vida favorecem a liberação de substâncias que estimulam o ganho de peso exagerado, formação e depósito de gordura nessa fase que, em longo prazo, aumenta o risco para sobrepeso e obesidade. É como se a criança ficasse “programada” para ganhar mais peso desde pequena.

Quando a criança está em aleitamento materno, ela recebe oferta ótima de ferro de fácil absorção, proteína em quantidade e qualidade perfeita para o seu crescimento e desenvolvimento saudáveis. A própria composição do leite materno é variável e se adapta as diferentes taxas de crescimento e fases do desenvolvimento do lactente.


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20/out/2020

O ato de amamentar ajuda a criança na formação de anticorpos, essenciais nessa fase da vida para que ela possa crescer saudável. No entanto, os pontos positivos vão muito além e se estendem à questão psicológica e social.

 

É a partir da amamentação que os pequenos estabelecem uma ligação emocional precoce, o que facilita o desenvolvimento da criança e seu relacionamento com outras pessoas. O contato do bebê com o seio da mãe produz a ocitocina e a prolactina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e tranquilidade. Portanto, a formação psicossocial dos bebês é diretamente influenciada pela amamentação.

 

Quanto maior o tempo que os pequenos se alimentarem do leite materno, menor o risco de desenvolverem alergias alimentares, asma, rinite ou eczema de pele. E tem mais: a amamentação é responsável pela boa formação do sistema nervoso, da musculatura facial e também estimula a inteligência, afinal, é no leite da mamãe que se encontram as proteínas, açúcar, gordura e água necessários aos bebês.

 

Para as mamães

 

As mães também têm vantagens enquanto amamentam os filhos. Em um único dia de amamentação gastam-se entre 500 e 700 calorias, ou seja, amamentar ajuda a emagrecer e levantar a autoestima. Ajuda, ainda, o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente, e a perda de sangue após o parto acaba mais cedo. Outro ponto positivo é o fato de proteger contra os tumores de mama e do ovário, osteoporose e anemia.

 

Na questão psicológica, as mamães tendem a se sentirem mais seguras e menos ansiosas.

 

Então, por que não valorizar esse ato que só traz benefícios para as mamães e seus filhos? Pense nisso.

 

 

Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – http://www.nestle.com.br/vidademae


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20/out/2020

Uma situação que é bastante comum em lactentes é a regurgitação que também costuma ser chamada de refluxo. Mais da metade dos bebês menores de um ano tem episódios de regurgitação, uns mais e outros menos. Isso se deve a uma imaturidade da transição do esôfago com o estômago. Os sintomas aumentam de intensidade do nascimento até os 4 meses de vida, a partir de então, tendem a diminuir e somente 5% das crianças persistem com o quadro até o primeiro ano de vida.

É importante que se diferencie a regurgitação, da doença do refluxo e do vômito.

 

 

Refluxo gastroesofágico: ) Processo fisiológico q pode ocorrer frequentemente com os bebês) é a passagem do conteúdo gástrico para o esôfago (processo fisiológico que acontece diariamente nos bebês)

 

Regurgitação: passagem do conteúdo gástrico para a orofaringe (refluxo que chega na boca). Também conhecido como “Golfada”

 

Vômito: expulsão do conteúdo gástrico através da boca

 

Doença do refluxo gastroesofágico: ocorre quando o refluxo gastroesofágico leva manifestações digestivas e/ou extradigestivas com prejuízo à saúde do lactente

 

Bebês que tem regurgitação fisiológica ou refluxo fisiológico são saudáveis, crescem e se desenvolvem bem e não é necessário nenhum tratamento específico. É o chamado bebê regurgitador “feliz”, essa denominação existe porque a família observa e preocupa-se com a regurgitação, entretanto, a criança tem boa saúde e parece não se incomodar com a situação.

 

Quais as orientações gerais para essa situação:

 

– Leve seu filho regurlamente ao pediatra. É ele quem mais entennde da saúde do seu pequeno.

 

 

Conversar com todos da família que isso é uma situação comum em bebês e, geralmente, não está associada à doença. Não é necessário usar nenhum remédio se a criança tem bom crescimento e desenvolvimento. Com o passar do tempo o Tratogastrontestinal fica mais maduro e os sintomas melhoram.

 

Toda vez que a criança mamar, a cabeça deve ficar mais alta que o resto do corpo, pois isso reduz a intensidade e os episódios de regurgitação.

 

O berço ou o lugar que a criança dorme deve estar elevado também (pelo menos 30 graus)

 

Nos casos mais intensos, oferecer a alimentação mais vezes ao dia e em menores volumes. Crianças em aleitamento materno devem mantê-lo de forma exclusiva até os seis meses e a partir desta idade, manter o aleitamento materno até os 2 anos ou mais, com a introdução de novos alimentos.

 

Sob a orientação do pediatra e ausência do leite materno, pode-se utilizar, por um período de tempo, fórmula infantis chamadas AR( anti- regurgitação)  para ver se os sintomas melhoram ou enquanto se investiga o que está acontecendo com o bebê. Estas fórmulas infantis contêm amido, que espessa em contato com o estômago e não permite que o conteúdo retorne. Elas tem as mesmas calorias de uma fórmula de rotina.

 

Não use chás, medicamentos, engrossantes sem a orientação do pediatra.


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20/out/2020

O pediatra é o médico da criança e a pessoa que a família mais confia para qualquer coisa que aconteça. Tê-lo por perto traz muita segurança e tranquilidade para todos. Entretanto, em algum período do ano esse profissional também tira suas férias, o que pode trazer ansiedade e preocupação para os pais.

 

E se acontecer alguma coisa? O que fazer ?

 

Primeiro, lembre-se de tudo que o médico conversou com vocês durante as consultas no ano, todas as dúvidas e situações que foram compartilhadas, os medicamentos e as doses que ele costuma orientar para situações como febre e dor. Deixe tudo anotado.

 

Vale, se possível, uma consulta antes das férias do pediatra para ver se está tudo bem com a criança, contar se está acontecendo algo e tirar todas as dúvidas atuais e futuras. Inclusive, nesse momento, pergunte ao pediatra o que você deve fazer nos períodos das férias dele.

 

Alguns deixam um outro pediatra de confiança para contato, outros deixam um telefone ou e-mail para situações de urgência ou, ainda, um pronto atendimento de confiança para as situações nas quais a criança precisa ser examinada. Não fique com nenhuma dúvida.


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20/out/2020

A hidratação adequada das crianças é um tema muito sério. Quanto mais jovem a criança maior é a quantidade de líquidos que o corpo dela precisa, por isso se ocorrerem perdas acentuadas e/ou a reposição não for feita de forma adequada ocorre a desidratação que pode ter repercussões sérias para a criança.

São situações de risco para desidratação: calor, sol, sudorese intensa, febre, baixa ingestão de líquidos e alimentos, vômitos e diarréia.

Para manter a hidratação adequada fique atento:

 

 

Crianças não devem ficar expostas ao sol entre 10 e 16 horas

 

Mesmo nos horários permitidos, em locais como praia e piscina, as crianças devem ficar protegidas do sol direto (guarda-sol, bonés, roupas claras)

 

Em locais muito quentes não deixe a criança muito tempo brincando em céu aberto. Fracione o tempo para que ela descanse e reidrate-se.

 

Quanto a criança estiver brincando ao ar livre ou mesmo em água chame-a no máximo a cada 15 a 30 minutos para tomar água, sucos naturais ou comer algo fresco como frutas. Eles podem nem perceber que estão com sede quando brincam empolgados.

 

Cuidado com os alimentos oferecidos para a criança, especialmente, em dias quentes. Há maior chance de deteriorarem e com isso levarem a diarréia e vômitos.

 

Se a criança conseguir ingerir líquidos e se alimentar de forma regular durante o dia é possível manter a hidratação de forma adequada. São sinais bons de que ela está se mantendo hidratada é saliva bem fluida, língua e lábios úmidos e diurese clara. A sede já é sinal de que o organismo perdeu um pouco de líquido e que precisa ser reposto.

Os melhores líquidos/alimentos para manutenção da hidratação são aqueles que a criança está habituada a tomar: leite materno, fórmulas infantis, leite, sucos naturais e frutas frescas. Não utilize refrigerantes e reidratantes esportivos, mesmo água de coco deve ser consumida com moderação. Todos essas bebidas contém elevada quantidade de sais como sódio e açúcar o que pode prejudicar mais do que ajudar na hidratação.


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20/out/2020

Com certeza, você já ouviu falar da importância da cultura e da arte para as crianças. Se você se questiona como colocar estes elementos em suas vidas, saiba que não é preciso esperar nenhuma faixa etária para fazer isso. Muito pelo contrário, algumas mães já fazem essa inclusão até durante gravidez.

 

O gosto pela arte e pela cultura pode ser despertado já no dia a dia dos bebês e crianças pequenas por meio de música, leitura, filmes, desenhos e brincadeiras simples e prazerosas, como a pintura.

 

 

Filmes e desenhos

Toda criança fica maravilhada em frente à TV. Com os olhinhos vidrados na tela, não há barulho ou movimento que consiga tirar sua atenção, não é mesmo?

 

Isso porque os desenhos animados são superimportantes para o desenvolvimento infantil, pois além de estimularem ainda mais imaginação do pequeno, ele ainda se diverte e começa a entender melhor o ciclo da vida. Muitos desenhos trazem para as crianças, de maneira lúdica e de fácil assimilação, o aprendizado sobre a vida. Apresentam o bem e o mal, e proporcionam a elas amadurecimento psicológico e sentimental.

 

Porém, mamãe, por mais que a TV seja uma maneira de entretenimento, hoje em dia, é preciso acompanhar de perto o que seu filho assiste e, sempre que possível, levá-lo ao cinema e teatro para proporcionar uma experiência diferente. Aproveite para conversar com ele sobre o desenho, peça ou filme a que assistiram, e sobre sua história. Assim, você também pode ajudá-lo a trazer conhecimento da fantasia para o mundo real.

 

Livros

Os livros também são fantásticos, já que trazem todos os benefícios dos desenhos animados e ainda estimulam muito a imaginação: a criança escuta a história e refaz a cena dentro da sua cabecinha.

 

Por isso, preze os momentos de leitura, principalmente na hora de dormir. Dessa maneira, você consegue tranquilizar e relaxar seu filho, e ainda mostrar a ele a importância da leitura para adquirir conhecimento, e o quanto este hábito é prazeroso.

 

Música

Que a música proporciona bem-estar e ajuda a acalmar os ânimos não é novidade, certo? Para as crianças, ela é tão importante que passou a fazer parte da grade curricular das escolas.

 

A música ajuda no desenvolvimento da coordenação motora, do raciocínio lógico, da comunicação e da memória dos pequenos, além de afinar a sensibilidade, aumentar a concentração e a expressão das emoções. Com certeza, motivos não faltam para você curtir uma deliciosa música com seu filhote, não é?

 

Pintura

A pintura, sem dúvidas, é um dos passatempos preferidos das crianças. Aqueles livrinhos para colorir com os personagens preferidos então, nem se fala!

 

Dar lápis de cor e papel para os pequenos que tenham mais de um ano é uma ótima alternativa para estimular a coordenação e a imaginação, além de distraí-los e deixá-los contentes.

 

Com cerca de um ano e meio, a coordenação do seu filho ainda é precária e, por isso, ele fará um monte de rabiscos sem sentido ou ordem. Mas mesmo assim, encoraje-o! Ele ficará maravilhado ao descobrir as cores.

 

Aos dois anos de idade, seu filhote já terá conhecimento da relação entre os movimentos da sua mão e os rabiscos no papel, e estes serão mais controlados. Essa fase marca o descobrimento: ele utilizará muitas cores e terá curiosidade por diferentes materiais como lápis de cor, giz de cera etc.

 

Com dois anos e meio, a criança já consegue controlar seus movimentos e seus rabiscos começam a ganhar forma e fazer sentido para elas. Um quadrado pode representar uma casa, mamãe!

 

A partir dos três anos os desenhos do seu filho serão mais legíveis para você e ficarão bem mais próximos da realidade, e ele fará muitos retratos seus, de amiguinhos e da família. Nessa fase, as cores ganham sentido nos desenhos.

 

Pintar e desenhar, como você notou, é um crescimento. Por isso, incentive bastante o seu pequeno “Picasso”: deixe que ele se expresse através da sua pequena arte e faça uma exposição em casa com os desenhos dele. É bem divertido e vocês irão descobrir um mundo de fantasia juntos.

 

 

Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – http://www.nestle.com.br/vidademae


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20/out/2020

Mamãe, você já percebeu que a manha faz parte da vida das crianças e, com certeza, aprendeu a diferenciar esse dengo do seu filho de um “choro de verdade”, certo?

 

Esse chororô normalmente acontece após os seis meses de idade, quando o bebê percebe que, ao chorar, atrai a atenção das pessoas ao seu redor, principalmente de seus pais.

 

Para encarar essa manha sem se descabelar ou estressar, enumeramos cinco dicas infalíveis para você contornar a situação e ainda dividir momentos de alegria com seu filhote. Confira.

 

  1. Boas e velhas cócegas. Faça uma palhaçadinha para seu filho e depois use a famosa “técnica” que nossas avós usavam: o sopro na barriga seguido por cócegas, não há criança que resista. As gargalhadas do seu filho vão arrancar grandes sorrisos seus, pode apostar.

 

  1. Caras, bocas e sons. Fazer caretas engraçadas para seu pequeno irá, a princípio, chamar a atenção dele e depois se tornar motivo de muitas risadas, ainda mais se as caretas forem acompanhadas por sons inusitados.

 

  1. Quem canta… Isso mesmo, como diz o ditado: “Quem canta seus males espanta”! Então, que tal interromper o momento manhoso do seu filhote convidando-o para cantar e dançar com você? Isso vai terminar numa deliciosa brincadeira.

 

  1. Acredite no poder do banho. A água quente ajuda a relaxar e ainda proporcionará um momento de diversão para vocês.

 

  1. Cafuné. Sejamos francas, quem resiste a um bom cafuné? Na hora que seu filho começar com o dengo, faça um cafuné bem gostoso na cabecinha dele, você vai ver o quão relaxado ele vai ficar.

 

 

       Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe –http://www.nestle.com.br/vidademae




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