Quais vacinas que a criança de 2 a 6 anos deve tomar?

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18/set/2021

DTP (difteria, tétano e coqueluche) – 5ª dose :

 

Protege contra Difteria (crupe), Tétano e Coqueluche (tosse comprida). É constituída por uma combinação das toxinas inativadas do tétano e da difteria e da bactéria da coqueluche inativada (vacina de célula inteira ou DTP) ou de produtos purificados dessa bactéria (vacina acelular ou DTPa). Com a DTP, disponível no sistema público, são mais frequentes alguns efeitos adversos após a aplicação, tais como febre alta e dor. Já na forma acelular (DTPa), disponível no sistema privado, essas reações costumam ser mais brandas e menos frequentes. A quinta dose deve ser dada entre 4 e 6 anos de idade. No sistema público a criança recebe a vacina DTP. No sistema privado a criança pode receber essa quinta dose numa vacina combinada com a Poliomielite inativada (DTPaIPV ou dTpaIPV) ou receber separadamente a vacina DTPa.

 

 

 

Pólio oral ou Pólio inativada – 5ª dose

 

Protege contra a Poliomielite ou paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: Pólio Oral, constituída pelo vírus da Poliomielite vivo e enfraquecido, e a vacina contendo o vírus da Poliomielite inativado (IPV), injetável. A quinta dose deve ser dada entre 4 e 6 anos de idade. No sistema público a criança recebe a vacina Pólio Oral. No sistema privado a criança pode receber essa quinta dose numa vacina combinada com a proteção para difteria, tétano e coqueluche (DTPaIPV ou dTpaIPV), ou receber separadamente IPV ou Pólio Oral. Independentemente dessa dose as crianças devem receber reforços durante as campanhas anuais contra a paralisia infantil do Ministério da Saúde.

 

 

 

Influenza ou Gripe – reforço anual

 

Protege contra o Vírus Influenza, responsável pela gripe, que pode causar pneumonia grave, sobretudo nos bebês, idosos e grávidas. Como esse vírus sofre mutações com muita frequência, a vacina necessita que sua composição seja modificada todos os anos e por isso precisa ser repetida anualmente. É constituída por frações do Vírus Influenza inativado. Esse reforço anual deve ser administrado antecedendo o período de maior circulação desse vírus (inverno).

 

 

 

Meningocócica ACW135Y – 2ª dose

 

Amplia a proteção contra outros Meningococos (A, W135 e Y) além do tipo C, que estão entre as bactérias que mais causam meningite e que tem grande capacidade de propagação entre indivíduos. A vacina é feita de componentes da parede dessas bactérias. O reforço nessa idade é importante para tentar manter níveis de anticorpos protetores adequados para proteção contra esses Meningococos. Essa dose deve ser dada entre 4 e 6 anos de idade. Não está disponível no sistema público. Observação importante: O Pediatra deverá ser consultado sobre possíveis contraindicações das vacinas.


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18/set/2021

SCRV (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) – 1ª e 2ª dose

 

Protege contra 4 infecções virais: Sarampo (doença febril acompanhada por manchas vermelhas na pele e que pode causar pneumonia, diarreia e morte); Caxumba (inflamação da glândula parótida, também chamada de papeira); Rubéola (doença acompanhada por manchas vermelhas na pele e que pode causar surdez, cardiopatia e alterações oculares no feto); e Varicela ou catapora (doença febril acompanhada por vesículas na pele e pode causar pneumonia grave, encefalite e infecções graves na pele). A vacina é constituída por vírus vivos atenuados. Existem três tipos de vacina: uma composta pela combinação dos quatro vírus (SCRV ou Tetraviral), outra pela combinação de três vírus (SCR ou Tríplice Viral) e uma que protege apenas contra a Varicela. A imunização deve ser feita em duas doses: a primeira aos 12 meses de vida e a segunda após um intervalo mínimo de 3 meses. Pode ser usada a Tetraviral ou, alternativamente, fazer a opção pela aplicação da Tríplice Viral e da Varicela em locais diferentes numa mesma visita, dependendo da indicação do médico. No sistema público, a partir de agosto/2013, será aplicada a Tríplice Viral com 12 meses e a Tetraviral com 15 meses de vida.

 

 

 

Hepatite A – 2 doses

 

A vacina que protege contra a Hepatite A, uma infecção viral que pode causar icterícia e inflamação aguda e potencialmente grave do fígado. É constituída pelo vírus da Hepatite A inativado. Deve ser administrada em duas doses, aos 12 e 18 meses de vida. O sistema público deverá disponibilizar essa vacina a partir de agosto/2013.

 

 

 

DTP (difteria, tétano e coqueluche) – 4ª dose

 

Protege contra Difteria (crupe), Tétano e Coqueluche (tosse comprida). É constituída por uma combinação das toxinas inativadas do tétano e da difteria e da bactéria da coqueluche inativada (vacina de célula inteira ou DTP) ou de produtos purificados dessa bactéria (vacina acelular ou DTPa). Com a DTP, disponível no sistema público, são mais frequentes alguns efeitos adversos após a aplicação, tais como febre alta e dor. Já na forma acelular (DTPa), disponível no sistema privado, essas reações costumam ser mais brandas e menos frequentes. A quarta dose deve ser dada aos 15 meses de idade. No sistema público a criança recebe a vacina DTP. No sistema privado a criança recebe essa quarta dose numa vacina pentavalente (DTPaHibIPV).

 

 

 

Hib (Haemophilus influenzae tipo b) – 4ª dose

 

Protege contra infecção pela bactéria Haemophilus influenzae do tipo b, que é responsável por doenças graves como meningite, pneumonia e epiglotite (inflamação da glote, que leva à falta de ar). A vacina é feita de componentes da parede dessa bactéria e deve ser aplicada por via intramuscular. A quarta dose deve ser dada aos 15 meses de idade combinada numa vacina pentavalente (DTPaHibIPV). No sistema público essa quarta dose não é indicada.

 

 

 

Pólio oral ou Pólio inativada – 4ª dose

 

Protege contra a Poliomielite ou paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina: Pólio Oral, constituída pelo vírus da Poliomielite vivo e enfraquecido, e a vacina contendo o vírus da Poliomielite inativado (IPV), injetável. A quarta dose deve ser dada aos 15 meses de idade. No sistema público a criança recebe a vacina Pólio Oral. No sistema privado a criança recebe essa quarta dose numa vacina pentavalente (DTPaHibIPV). Independentemente dessa dose as crianças devem receber reforços durante as campanhas anuais contra a paralisia infantil do Ministério da Saúde.

 

 

 

Pneumocócica conjugada – 4ª dose

 

Protege contra o Pneumococo, uma das bactérias que mais causam meningite e pneumonia. A vacina é feita de componentes da parede dessa bactéria. Existe uma vacina contendo 10 sorotipos diferentes de Pneumococo (VPC10) e outra contendo 13 sorotipos (VPC13). No sistema público é utilizada somente a vacina contendo 10 sorotipos. No sistema privado, ambas podem ser usadas, dependendo da indicação do médico. No sistema público essa vacina é dada com 12 meses de idade. No sistema privado essa vacina é dada aos 15 meses de idade.

 

 

 

Meningocócica C – 3ª dose

 

Protege contra o Meningococo C, um dos tipos de bactéria que mais causam meningite e que tem grande capacidade de propagação entre indivíduos. A vacina é feita de componentes da parede dessa bactéria. Essa terceira dose deve ser dada aos 12 meses de vida. No sistema privado, essa terceira dose pode ser substituída pela vacina Menigocócica ACW135Y.

 

 

 

Meningocócica ACW135Y – 1ª dose

 

Amplia a proteção contra outros Meningococos (A, W135 e Y) além do tipo C, que estão entre as bactérias que mais causam meningite e que tem grande capacidade de propagação entre indivíduos. A vacina é feita de componentes da parede dessas bactérias. Essa dose deve ser dada aos 12 meses de vida, em substituição à Vacina Meningocócica C. Não está disponível no sistema público, apenas no privado.

 

 

 

Influenza ou Gripe – reforço anual

 

Protege contra o Vírus Influenza, responsável pela gripe, que pode causar pneumonia grave, sobretudo nos bebês, idosos e grávidas. Como esse vírus sofre mutações com muita frequência, a vacina necessita que sua composição seja modificada todos os anos e por isso precisa ser repetida anualmente. É constituída por frações do Vírus Influenza inativado. Esse reforço anual deve ser administrado antecedendo o período de maior circulação desse vírus (inverno).


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18/set/2021

Influenza (segunda dose)

 

Influenza (segunda dose) – Protege contra o Vírus Influenza, responsável pela Gripe sazonal ou pandêmica, que pode causar pneumonia grave, sobretudo nos bebês, idosos e grávidas. Como esse vírus sofre mutações com muita frequência, a vacina necessita que sua composição seja modificada todos os anos e por isso precisa ser repetida anualmente. É constituída por frações do Vírus Influenza inativado. A segunda dose deve ser administrada aos 7 meses de vida.

 

 

 

Febre Amarela – 1ª dose

 

Protege contra a Febre Amarela, doença causada por um vírus que pode infectar o ser humano ao visitar áreas silvestres em algumas regiões do Brasil e do mundo. É uma vacina constituída pelo Vírus da Febre Amarela enfraquecido e é recomendada para habitantes e visitantes dessas regiões a partir de 9 meses de idade. A necessidade de ser repetida a cada dez anos está sendo revisada.


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18/set/2021

dTpa (difteria, tétano e coqueluche) –

 

Protege contra Difteria (crupe), Tétano e Coqueluche (tosse comprida). É constituída por uma combinação das toxinas inativadas do tétano e da difteria (em menor quantidade que na DTP) e de produtos purificados da bactéria que causa a coqueluche (em menor quantidade que na DTPa). Essas modificações na composição permitem que vacina possa ser aplicada com segurança nos adolescentes e adultos. Essa dose deve ser dada entre 14 e 16 anos de idade, ou seja, dez anos após a vacina DTP ou DTPa, administrada entre 4 e 6 anos de idade. Dependendo de indicação do médico, poderá ser substituída pela vacina dTpaIPV, que adiciona a proteção contra a Poliomielite. Essas vacinas não estão disponíveis no calendário do adolescente no sistema público.

 

 

 

Meningocócica ACW135Y –

 

Amplia a proteção contra outros Meningococos (A, W135 e Y) além do tipo C, que estão entre as bactérias que mais causam meningite e que tem grande capacidade de propagação entre indivíduos. A vacina é feita de componentes da parede dessas bactérias. O reforço nessa idade é importante para tentar manter níveis de anticorpos protetores adequados para proteção contra esses Meningococos. Essa dose deve ser dada a partir dos 11 anos de idade. Não está disponível no sistema público, apenas no privado.

 

 

 

Vacina contra o HPV –

 

A infecção pelo HPV (Papilomavirus Humano) é responsável pelo câncer do colo do útero e pelas verrugas genitais ou condiloma. A vacina contém apenas o envoltório do vírus HPV sem o seu material genético. Existem duas vacinas, indicadas a partir de 9 anos de idade. Uma contém os HPV 16 e 18 e está indicada para meninas, num esquema de doses com intervalos de 0, 1 e 6 meses. A outra contém os HPV 6, 11, 16 e 18 e está indicada para meninas e meninos, num esquema de doses com intervalos de 0, 2 e 6 meses. Idealmente, devem ser aplicadas antes do início da atividade sexual. O sistema público anunciou em julho/2013 que disponibilizará essa vacina HPV 6, 11, 16 e 18 a partir de 2014. A escolha da vacina no sistema privado dependerá da indicação do médico.

 

 

 

Varicela ou catapora –

 

Protege contra Varicela ou catapora (doença febril acompanhada por vesículas na pele e pode causar pneumonia grave, encefalite e infecções graves na pele). A vacina é produzida com vírus vivos atenuados. A imunização está indicada para os que não foram vacinados e não tiveram catapora anteriormente e deve ser feita em duas doses com intervalo mínimo de três meses em menores de 13 anos e mínimo de um mês em maiores de 13 anos. Não está disponível no sistema público para adolescentes.

 

 

 

Hepatite B –

 

É a vacina que protege contra a Hepatite B, uma doença que pode ser adquirida em qualquer momento da vida e causar cirrose e câncer do fígado. Ela é produzida por engenharia genética, sendo constituída por apenas uma “pequena parte” da superfície do vírus que causa a doença. É muito segura e eficaz. Para adolescentes ainda não imunizados deve ser administradas em três doses (esquema 0, 1 e 6 meses de intervalo) por injeção intramuscular para garantir proteção adequada. Está disponível no sistema público. Alternativamente, para adolescentes também não imunizados para Hepatite A, está disponível no sistema privado uma vacina combinada para Hepatite A e B, que pode ser aplicada no esquema de 0 e 6 meses de intervalo para menores de 16 anos e no esquema 0, 1 e 6 meses de intervalo para maiores de 16 anos.

 

 

 

Hepatite A –

 

A vacina que protege contra a Hepatite A, uma infecção viral que pode causar icterícia e inflamação aguda e potencialmente grave do fígado. É constituída pelo vírus da Hepatite A inativado. Para adolescentes não imunizados deve ser administrada em duas doses (esquema 0 e 6 meses de intervalo). Alternativamente, para adolescentes também não imunizados para Hepatite B, está disponível no sistema privado uma vacina combinada para Hepatite A e B, que pode ser aplicada no esquema de 0 e 6 meses de intervalo para menores de 16 anos e no esquema 0, 1 e 6 meses de intervalo para maiores de 16 anos.

 

 

 

SCR (sarampo, caxumba, rubéola) –

 

Protege contra três infecções virais: Sarampo (doença febril acompanhada por manchas vermelhas na pele e que pode causar pneumonia, diarreia e morte); Caxumba (inflamação da glândula parótida, também chamada de papeira); Rubéola (doença acompanhada por manchas vermelhas na pele e que pode causar surdez, cardiopatia e alterações oculares no feto). A vacina é constituída por vírus vivos atenuados. Para adolescentes não imunizados a vacina deve ser feita em duas doses com intervalo mínimo de 30 dias.

 

 

 

Influenza ou Gripe – reforço anual

 

Protege contra o Vírus Influenza, responsável pela Gripe, que pode causar pneumonia grave, sobretudo nos bebês, idosos e grávidas. Como esse vírus sofre mutações com muita frequência, a vacina necessita que sua composição seja modificada todos os anos e por isso precisa ser repetida anualmente. É constituída por frações do Vírus Influenza inativado. Esse reforço anual deve ser administrado antecedendo o período de maior circulação desse vírus (inverno).

 

 

 

Febre Amarela –

 

Protege contra a Febre Amarela, doença causada por um vírus que pode infectar o ser humano ao visitar áreas silvestres em algumas regiões do Brasil e do mundo. É uma vacina constituída pelo Vírus da Febre Amarela enfraquecido e é recomendada para habitantes e visitantes dessas regiões. A necessidade de ser repetida a cada dez anos está sendo revisada.

 

 

Observação importante: O Pediatra deverá ser consultado sobre possíveis contraindicações das vacinas, inclusive gravidez


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18/set/2021

A infância é a fase mais importante da vida quando o assunto é desenvolvimento. Nela, os bebês desenvolvem a personalidade, as mudanças físicas são acentuadas, e o corpo começa a desenvolver os anticorpos que serão responsáveis pela estabilidade do individuo por muitos anos. É por isso que os calendários de vacinação contam com diversas vacinas que devem ser aplicadas nessa fase.
O que são vacinas?
Vacinas são substâncias produzidas a partir de partes inativas de vírus ou bactérias que causam as infecções das quais queremos proteger a criança. Estas substâncias podem ser administradas por via oral ou injeções e protegem bebês e crianças de infecções que podem prejudicar seu crescimento e deixar sequelas para toda a vida.
Quais doenças podem ser evitadas com vacinação? 
As crianças são alvo de várias infecções. Algumas são leves e inevitáveis, como os resfriados e diarréias. Outras têm complicações sérias, como é o caso da difteria, coqueluche, tétano, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola. Mas elas podem ser evitadas com a vacinação.
Quais as vacinas que meu filho deve tomar?
O calendário vacinal da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunologia) divide a vacinação nas seguintes faixas etárias: Prematuros, Crianças – 0 a 10 anos, Adolescentes – 11 a 19 anos, Mulheres – 20 a 59 anos, Homens – 20 a 59 anos e Idosos – mais de 60 anos. Para conferir o calendário de vacinação, acesse: http://www.sbim.org.br/vacinacao/.
Quais os principais tipos de vacina disponíveis no mercado?
Hoje, contamos com diversas vacinas que imunizam contra várias doenças, conheça alguma delas:
Meningite B
BCG Intradérmica
CÓLERA / E. coli
DUPLA DT (Difteria e Tétano)
FEBRE AMARELA
FEBRE TIFÓIDE
GRIPE (Conjugada)
HAEMOPHILUS Influenza tipo B (Hib)
HEPATITE A
HEPATITE B
HEPATITE A e B (combinada) infantil e adulto
HPV (Papilomavírus humano)
HEXA (DPT Acel(Dift+Tét.+Coq)+Salk+Hib+Hep B)
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PENTA (DPT Acel (Dift+Tét+Coq) + Salk + Hib)
ROTAVÍRUS
SABIN (Poliomielite Oral)
SALK (Poliomielite Inativada- IPV)
TÉTANO
TETRAVIRAL (Sar + Cax + Rub + Varicela)
CATAPORA
Entre outras.
A vacina pode fazer mal? 
Como qualquer medicação, as vacinas apresentam seus riscos, ainda que muito pequenos. Algumas podem desencadear reações leves como inflamação e dor local, febre e mal estar. Raramente, desencadeiam reações sérias. Vacinas como gripe, varicela, sarampo, caxumba e febre amarela contêm quantidades mínimas de proteína do ovo e pode desencadear reações adversas a pacientes com alergia a esse componente. Os benefícios da vacinação são incalculáveis para a saúde da criança. Portanto, consulte sempre o pediatra e fique atento para garantir que seu filho seja imunizado das doenças que as vacinas podem evitar. Os riscos da vacina são muito menores do que aqueles que a criança corre se não for vacinada e adoecer.
Qual a diferença entre as vacinas oferecidas em clínicas particulares e as oferecidas em postos de saúde?
As vacinas oferecidas em clínicas particulares, em geral, são mais modernas. Versões importadas e atuais podem garantir mais segurança e menor chance de efeitos colaterais, além de oferecerem as vacinas conjugadas, onde o número de picadas é menor. As vacinas dos postos de saúde também são eficientes.
O verão chegou, devo me preocupar com a vacinação nessa época do ano?
Sim. Vale conferir se a carteira de vacinação está em dia. Doenças como coqueluche, febre amarela, sarampo e hepatite A são comuns nesta época do ano e a vacina é a melhor maneira de evitar que elas atrapalhem o descanso.
Caso você vá viajar, algumas regiões exigem vacinas específicas. Você pode saber mais pelo serviço para viajantes, no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br/viajante).
 
Devo dar ao meu filho todas as novas vacinas que surgem?
As vacinas reduzem o risco de doenças e, com isso, permitem o desenvolvimento pleno das crianças. A maioria das vacinas oferece mais de 80% de proteção, o que justifica a vacinação e a responsabilidade de ajudar o bebê a se defender de doenças que podem até ser fatais, principalmente no primeiro ano de vida. Este ano o Calendário Básico de Saúde acrescentou as vacinas contra meningite e pneumonias. Há vacinas que não estão disponíveis na rede pública de saúde, como a vacina Antipneumocóccica 13, Antimeningocóccica, Rotavírus penta, Varicela, Hepatite A, HPV e gripe para algumas idades. Os pais devem pedir orientação ao pediatra sobre as indicações das vacinas. Por causa de problemas de saúde, algumas crianças correm mais riscos se contraírem essas doenças.
 
Qual a importância da vacina contra a meningite B?
Por ser um subtipo novo e que se espalhou rápido, a vacina contra meningite B, lançada em 2015, deve ser aplicada assim que possível para evitar o contágio e ainda prevenir o surto da doença, que pode levar a morte. A partir de 2 meses de idade já é possível realizar a aplicação, que exige reforço após 2 meses.
Dra. Lilian Gonçalves Zaboto
Pediatra
CRM 90973

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18/set/2021

Sim. As vacinas reduzem o risco de doenças e, com isso, permitem o desenvolvimento pleno das crianças. A maioria das vacinas oferece mais de 80% de proteção, o que justifica a vacinação e a responsabilidade de ajudar o bebê a se defender de doenças que podem até ser fatais, principalmente no primeiro ano de vida. Este ano o Calendário Básico de Saúde acrescentou as vacinas contra HPV para meninas. Há vacinas que não estão disponíveis na rede pública de saúde, como a vacina Antipneumocóccica 13 valente, Antimeningocóccicas ACWY e B, Conjugada Hexavalente, Rotavírus pentavalente, HPV para meninos e gripe para algumas idades. Os pais devem pedir orientação ao pediatra sobre as indicações das vacinas. Por causa de problemas de saúde, algumas crianças correm mais riscos se contraírem essas doenças.



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