Dia Internacional da Síndrome de Down

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20/out/2020

Dia 21 de março comemoramos o dia Internacional da criança com Síndrome de Down. Este dia foi proposto para ser comemorado porque esse dia se escreve como 21-3 ou nos EUA 3-21 o que faz alusão à trissomia (3) do cromossomo 21, que é justamente o cromossomo que faz surgir à criança com Síndrome de Down, então se comemora dia 21-3.       Mas o que é Síndrome de Down?      Todos nós temos 23 pares de cromossomos, na criança com Down ocorre uma alteração genética que acontece com o cromossomo 21 no período de formação do bebê. Essa alteração pode ocorrer de 3 formas:             Trissomia do 21: que é o mais comum, o indivíduo apresenta 3 cromossomos no par 21 e isso ocorre em 95% dos casos;       Trissomia por deslocação: a criança nasce com o cromossomo 21 aderido a outro par, geralmente é os pares 13, 14, 15 ou 22 e pode ser hereditária. Ocorre em aproximadamente 3% dos casos.       Mosaico: A criança nasce com uma mistura de células normais e células trissômicas. Ocorro em 2% dos casos.       O risco de isso acontecer aumenta com a idade materna, mas também pode acontecer se na família já tem um indivíduo com Síndrome de Down.      O indivíduo com Síndrome de Down normalmente apresenta as seguintes características:             Deficiência Intelectual       Face achatada       Fenda palpebral obliqua (olhos puxados)       Orelhas pequenas e baixas       Pele abundante no pescoço       Prega transversal única na palma da mão        Hipotonia muscular (força muscular pequena)       Dedo do pé grande com um espaçamento de um dedo para o outro.       Estas características variam de um Down para o outro. Podem apresentar várias ao mesmo tempo ou muito poucas. A intensidade também varia. Normalmente os indivíduos são de baixa estatura e quase 40% dos casos possuem problemas cardíacos. As cardiopatias são as principais causas de morte em crianças com Síndrome de Down.   Apresentam também malformações no trato gastrintestinal, perdas auditivas e apresentam características da doença de Alzheimer.   São mais susceptíveis à infecções do trato gastrintestinal, vias respiratórias e trato urinário.      Os meninos com Down possuem hipogonadismo, ou seja, o tamanho do pênis é pequeno. As meninas também possuem hipogonadismo, a vagina é pequena e podem ter amenorreia, que é a ausência da menstruação.      A protrusão da língua (língua grande, comprida e sulcada) pode atrapalhar a amamentação e demorar mais tempo para mamar.   Cerca de 3% possui problemas oculares como cataratas e glaucomas, e precisam ser tratados cirurgicamente. Miopia e estrabismo também são frequentes.      A obesidade é um grande problema na adolescência e a dieta precisa de uma grande atenção.      O acompanhamento do desenvolvimento deve ser realizado por equipe multidisciplinar e a estimulação precoce é um procedimento importante para que a criança tenha menor atraso em relação à população geral.  A estimulação é feita com fisioterapia e fonoterapia e, conforme a idade e necessidade da criança são indicadas terapia ocupacional, psicomotricidade, musicoterapia e natação terapêutica, além da prática de esportes, porém, o melhor tratamento para as crianças com de Síndrome de Down é conviver socialmente com sua família, este convívio deve se estender na escola, no clube, na igreja e em outras áreas da sociedade.      A inclusão social nas escolas deve ocorrer em classes comuns e não em salas especiais, pois assim, contribui para a construção de um novo tipo de sociedade através de transformações na mentalidade de todas as pessoas, inclusive do próprio indivíduo com necessidades especiais, porém, eles devem ser atendidos em Salas de recursos em horário oposto da sua aula até 2 vezes por semana para melhor ser acompanhado. A escola é mediadora na construção do conhecimento, pois fundamenta e modifica conceitos de participação, colaboração e adaptação dessas crianças.      Vale ressaltar que existe um mito que todas as crianças com Síndrome de Down são carinhosas. Não, nem todas são. Depende muito do tratamento que foi realizado com eles desde o nascimento, os estímulos recebidos, fora e dentro de casa, como foi sua criação, educação no âmbito familiar e o grau de comprometimento intelectual que a criança foi afetada. Como toda criança bem amada e aceita, o deficiente não será diferente, será amoroso e todos terão um grande amigo.


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20/out/2020

Nada é mais encantador e gratificante do que perceber que seu filho está se desenvolvendo. Cada aprendizagem nova, por menor que seja sempre traz alegria para os pais, que ansiosos, esperam por cada nova resposta aos estímulos oferecidos. Um dos momentos mais esperados do desenvolvimento da criança é a fala, pois desta forma ela pode comunicar seus pensamentos e emoções.

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos levam o cérebro a se desenvolver mais rapidamente. O cérebro é vulnerável a influências externas e atividades estimulantes podem produzir mudanças em sua estrutura. Segundo estes estudos, a experiência modifica o cérebro. Portanto o adulto tem a função de ser um facilitador de experiências.

Obviamente, cada criança tem seu tempo e desenvolvimento próprio, e temos que respeitar essa lei da natureza. Os pais devem estar atento ás etapas normais de desenvolvimento, mas de modo geral, as primeiras palavras surgem entre o 10º e 15º mês. Depois disso, o vocabulário cresce muito rápido. Cada etapa do desenvolvimento da oralidade está interligada, portanto, se perceber que seu filho completou seu primeiro aniversário e não produz balbucios (repetições de sílabas), procure ajuda profissional o mais rápido possível, pois nesta fase, é muito mais fácil intervir e ajudar a criança, pois a plasticidade cerebral é muito intensa (principalmente nos primeiros três anos de vida).

Um aspecto importante que devemos saber, é que para desenvolver a linguagem oral, a criança precisa ter um motivo e a intenção de se comunicar. Logo, ela precisa de pessoas para interagir. O adulto precisa conhecer a criança o bastante para saber assuntos de seu interesse, e a partir destas constatações, criar situações que motivem a criança em desejar responder e dialogar.

Uma das ferramentas mais poderosas para desenvolver a fala, é sem dúvida a música. As crianças geralmente sentem muito prazer com a música, seja cantando, ouvindo, dançando, tocando instrumentos musicais. Através das canções, a criança melhora a pronúncia e sua percepção auditiva, tanto para escutar como para diferenciar sons, o que auxiliará o desenvolvimento da oralidade.

Estratégias práticas

Podemos utilizar a música em casa, para estimular o bebê a falar e isso pode começar bem cedo. No final do primeiro mês de vida, o bebê já começa a vocalizar (fazer barulhinhos e sons com a voz). Você pode interagir com ele conversando, cantando e usando sua voz para acalmá-lo quando ele estiver agitado.

Que tal ensinar para seu filho uma canção que foi significativa na sua infância?

Você pode começar a ensiná-lo segurando suas mãozinhas, cantando, balançando seus braçinhos de acordo com o pulso da canção. Depois de algumas vezes, inicie, mas pare em algum momento, dando oportunidade para que ele continue; favorecendo assim, o aumento de seu vocabulário.

Não se esqueça que a canção deve ser curta e com temas do universo infantil. Acima de tudo, respeite o tempo da criança, se ela não corresponder às expectativas. Tudo leva tempo, inclusive o início da linguagem falada. O bebê precisa ouvir vozes de pessoas que se comuniquem com ele e que o tratem com amor, respeito e carinho para desenvolver a fala de forma natural.

Por volta de 8 meses, procure fazer sons do corpo para que ele observe. Enquanto troca sua fralda, você pode cantar, brincar de estalar a língua e outros sons da boca. Toque CDs com diferentes estilos musicais e perceba qual o estimula mais. Você pode também apresentar chocalhos, tamborzinhos para que ele explore e toque acompanhando uma canção. Nesta idade, aulas de musicalização infantil farão toda a diferença no desenvolvimento do seu filho, pois um professor de música irá preparar atividades musicais variadas de acordo com a faixa etária e oferecerá uma vivência prazerosa com as palavras através da música. Geralmente essas aulas são em grupo e um adulto pode participar. Muitos pais que participam das aulas, se sentem mais confiantes para interagirem com seus filhos em casa, pois aprendem formas mais interessantes para apresentarem uma canção, brincarem e contarem uma história, por exemplo. Através das brincadeiras, percebemos os interesses individuais da criança e seu nível cognitivo.

É importante salientar que o desenvolvimento da linguagem está ligado ao pensamento. Conforme a criança vai crescendo e se desenvolvendo, ela vai criando a capacidade de diferenciar-se dos outros e dos objetos em geral. Isso é muito importante, pois ela terá ferramentas cognitivas para que queira interagir de forma intencional. Ela então irá dirigir comportamentos intencionais a outras pessoas e imitará tudo o que lhe chama a atenção. Fique atento ás vocalizações do bebê e imite, variando ligeiramente as sílabas que ele balbucia, fazendo sons mais longos e mais curtos. Continue cantando, mas agora faça os gestos das canções, que devem ser simples e curtas. Os gestos estabelecem a comunicação entre o som e o movimento. Algumas canções que podem ser utilizadas, são as canções folclóricas como: “A janelinha fecha quando está chovendo”, “Fui morar numa casinha”, “Borboletinha”, etc. Represente para ela certas ações que são descritas nas músicas e motive-a a imitar. Quando a criança é capaz de imitar o adulto, ela demonstra um grande desenvolvimento, tanto em sua memória, quanto na sua expressividade que são itens indispensáveis para o desenvolvimento da linguagem.

Conte histórias de forma curta e objetiva, com temas do universo do bebê e retrate o ambiente sonoro da cena. Você pode imitar os sons dos personagens, cantar uma música que represente a cena, representar cada personagem através de um instrumento musical, enfim, use sua criatividade! De forma gradual, através destas atividades, serão estabelecidas as conexões cerebrais que relacionam as palavras com o objeto, desenvolvendo a imaginação, memória, além de introduzi-lo no convívio social.

Outro marco importante, e que mostra o amadurecimento da criança pequena, é o conceito de permanência dos objetos. Quando um objeto desaparece de seu campo de visão, o bebê vai procurá-lo. Para ele agora, o mundo continua existindo independente de estarmos vendo as coisas. Você pode estimular essa fase com atividades simples, como esconder um objeto sonoro que o bebê demonstre interesse para que ele ache e procure. Invente brincadeiras de esconder, pois o estimulará a fazer representações de imagens de certos acontecimentos. Um grande progresso rumo à linguagem verbal.

A partir do primeiro ano, principalmente, o bebê observa e não só repete no momento que a ação é feita, como é capaz de representar mentalmente as ações de modelos. Parlendas que favoreçam a coordenação da palavra falada e dos gestos como “Janela, janelinha, porta e campainha”, faz com que o bebê se envolva com a brincadeira e imite.

Nesta fase, compre livros de figuras e palavras, leia poemas e cante para seu filho. Ele certamente irá memorizar e repetir em outros momentos, exercitando sua oralidade com naturalidade. Você pode fazer perguntas durante a leitura, instigando respostas. Por volta dos 2 anos, a criança pode também contar sua própria história através de ilustrações. Caso ela pronuncie de forma errada, evite confrontá-la; apenas repita a frase inteira corretamente, para que ela escute a forma correta de pronunciar o que ela elaborou em sua mente. O importante é que ela sinta liberdade para fazer perguntas e encontrar respostas. Festeje suas respostas sempre.

Atividades utilizando bonecos que falam e cantam com a criança variando timbres da voz são muito interessantes, pois atraem a atenção e o interesse pela interação verbal.

Massagens nomeando a parte do corpo, utilizando música, também oferecem estimulo, um tempo de qualidade e afeto. Existem hoje no mercado, músicas específicas para o estímulo do bebê em suas várias fases e para cada rotina, como para hora de vestir, de dormir, de comer. São canções realizadas por profissionais de música que lidam com essa faixa etária diariamente e conhecem suas reais necessidades.

Com o tempo (por volta de 3 anos e até um pouco antes), surge o interesse pelas brincadeiras de faz-de–conta, a capacidade de representar coisas ou situações não presentes. A criança naturalmente começa a imitar ações rotineiras, depois ações de pessoas próximas, e através destas brincadeiras, os pequenos expõem seus sentimentos, frustrações e vontades. É interessante notar como a evolução da brincadeira e da linguagem caminham juntas. Uma auxilia no desenvolvimento da outra.

As famílias podem trazer bonecos, objetos, elementos diversos para dramatizar histórias como a “Linda Rosa Juvenil”, por exemplo. Depois, a criança pode dramatizar com os fantoches para os adultos. Dramatizando, a criança se expressa com a linguagem verbal, gestual e facial, tornando a atividade mais complexa e desafiadora, além de iniciar a aprendizagem de normas sociais, pois é necessário esperar sua vez para interagir conforme a história vai acontecendo. Enfim, existem muitas possibilidades para estimular a oralidade do seu filho de uma forma divertida. É necessário porém, disposição, muita pesquisa, paciência e organização para o preparo das atividades.

A infância passa muito rápido e acompanhar o desenvolvimento de nossos filhos, é maravilhoso! Brincando, se divertindo e aprendendo, seu filho perceberá como é bom estar ao seu lado, e assim, fortes laços familiares serão criados e fortalecidos em meio a um ambiente de afeto, deixando memórias positivas e preciosas entre vocês. E isso definitivamente não tem preço!


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20/out/2020

Muitas mães, interessadas em aprender e estimular seus filhos com brincadeiras musicais procuram aulas de musicalização infantil.

 

 

Estudos mostram o quanto os bebês demonstram uma aptidão musical muito grande e o quanto eles se envolvem com as atividades propostas nas aulas.

 

 

Nos primeiros 3 anos de vida, a criança aprende com muita facilidade e velocidade, pois nesta fase, as conexões cerebrais se desenvolvem de maneira intensa. A música atrai a criança e faz com que ela desenvolva a fala, a parte motora, a socialização, a escuta ativa, o fortalecimento do vínculo afetivo com o adulto que a acompanha nas aulas, etc.

 

Mas para que o bebê possa usufruir de tantos benefícios, é importante que o professor ofereça um repertório de canções e brincadeiras específicas à faixa etária, além de um espaço seguro e arejado, material sonoro rico e ao mesmo tempo, próprio para ser manipulado sem oferecer perigo ao bebê.

 

 

Mas como saber a melhor fase do bebê para frequentar as aulas e o que geralmente acontece nestas aulas? Escolhemos as dúvidas mais frequentes pelos pais sobre este assunto.

 

 

A partir de qual idade posso levar meu bebê para as aulas de música?

 

Quanto antes à criança iniciar a musicalização, melhor. É aconselhável principalmente a partir dos 8 meses, quando a criança já senta sem apoio e deve ser acompanhada pelo pai ou pela mãe.

 

 

Quais as atividades geralmente são desenvolvidas em uma aula de música?

 

As aulas de música com os bebês geralmente são em grupo, pois um dos objetivos é o desenvolvimento da socialização. Para começar, são utilizadas canções que falam o nome de cada criança e cada um tem sua vez. Assim a criança aprende a perceber o outro e ao mesmo tempo demonstram muita alegria quando todos cantam o seu nome na roda.

 

 

Ao começar a primeira música da aula, geralmente os bebês já ficam mais calmos e receptivos as atividades. Logo em seguida, são trabalhadas algumas canções que exploram diferentes estímulos, como por exemplo, as canções gestuais. Desta forma, o bebê vai aprendendo a relação do gesto e da fala e vai ampliando seu vocabulário e expressividade. Nestas canções, o professor geralmente utiliza brinquedos com efeito visual que atraem ainda mais a atenção dos pequeninos.

 

 

Pequenas histórias cantadas ou histórias sonorizadas explorando uma temática (explorando sons do corpo, da casa, dos animais e da rua), também podem ser utilizadas, pois estimulam a atenção, a concentração e a percepção auditiva, o chamado “ouvido musical”, que é desenvolvido principalmente até aos 6 anos.

 

 

Atividades explorando movimentos locomotores (andar, pular, galopar, saltitar) acompanhando diversos andamentos da música, brincadeiras de roda, também fazem parte das aulas, pois com o movimento, através de um repertório rico e diversificado, a criança brinca com seu corpo e interioriza os ritmos de forma natural, desenvolvendo não só a musicalidade e o vínculo afetivo com quem está dançando com ela, mas também seu raciocínio espacial-temporal.

 

 

Brincadeiras de colo, jogos musicais com parlendas (brincadeiras com as palavras), atividades em duplas são sempre um momento de diversão, onde a criança recebe o carinho e afeto no colo do adulto e ao mesmo tempo, vivencia a pulsação e o ritmo da música.

 

Nas aulas, o professor de musica oferece diversos objetos sonoros e materiais com texturas diferentes para que os bebês explorem e percebam através dos sentidos, manipulando de forma lúdica e prazerosa.  Além de explorarem, as crianças têm a oportunidade de acompanharem as canções com instrumentos musicais (chocalhos, tambores, clavas, sinos, etc.), vivenciando a pulsação e o senso rítmico, intensidade (tocar forte ou fraco), percepção ao estimulo sonoro e o silêncio, lateralidade (lado esquerdo, direito, para cima e para baixo), estimulando também o desenvolvimento psicomotor da criança.

 

 

O canto (linguagem musical) sempre é a viga-mestra de todo o processo, contribuindo para melhorar a articulação de diversos sons da fala.

 

 

Depois de tanto estímulo e tantas atividades divertidas, as crianças necessitam de um momento de relaxamento, onde acompanhados por uma música apropriada, recebem carinho do adulto, com instrumentos de massagem.

 

As aulas de musicalização para bebês são sem dúvida, um momento de grande prazer para os bebês e adultos que acompanham as aulas. Depois de cada aula, é comum os pais relatarem que seus filhos reproduzem as atividades em casa em alguns momentos. O familiar que vivenciou a aula poderá praticar as brincadeiras e repertórios de canções aprendidas, motivando seus filhos com a música desde cedo, de forma prazerosa e lúdica.

 

 

Quem vivencia música desde pequeno, se torna mais sensível, com uma concentração mais focada, com um ouvido mais apurado para aprender em qualquer área, além do aprimoramento do senso estético para escolher músicas de qualidade. A música faz bem para qualquer idade, então é bom que comecemos desde cedo, brincando e aprendendo, contribuindo assim para que a criança, além de desenvolver-se globalmente, tenha uma vida mais plena e feliz.


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20/out/2020

Imagine só: você está dormindo tranquilamente em sua cama e de repente, na madrugada, seu sono é interrompido pelo choro do seu filho. Essa cena é considerada normal, afinal, as crianças acordam no meio da noite porque estão com fome, querem ir ao banheiro, chamam pela mãe ou pai por conta de um pesadelo, etc., certo? Mas, se ela não despertou, continuou dormindo e chorando ao mesmo tempo, pode ser terror noturno.

 

Calma! Apesar do nome horroroso – você há de concordar conosco – geralmente, esse distúrbio do sono não é grave. Atualmente, estima-se que 3% dos pequenos, entre três e seis anos, passam por isso.

A maioria dos pais confunde pesadelo e terror noturno, mas vale ressaltar que eles são diferentes. Os pesadelos são caracterizados por um sonho amedrontador, que faz a criança acordar assustada, ficar com medo e, muitas vezes, querer dormir na cama dos pais. No dia seguinte, se lembra do sonho. Já o terror noturno, o pimpolho fica aterrorizado, pode até se mexer, abrir os olhos, mas não desperta. Ele senta, grita, chora e, após alguns minutos, volta a dormir, como se nada tivesse acontecido e depois não se recorda do ocorrido.

 

Normalmente, os pais ficam mais apavorados que os filhos com o terror noturno. Mas saiba que, apesar do susto, não há muito o que fazer. Os especialistas dizem que se deve simplesmente colocar a mão sobre a criança e esperar que a crise passe, observando-a para que não se machuque, caso esteja muito agitada.

 

Se esse distúrbio se repetir várias vezes, para tentar diminuir as chances de outra crise, você pode acordar seu filhote calmamente de 15 a 30 minutos antes da hora que o terror noturno tem acontecido. Verifique também se ele está dormindo o suficiente; acalmá-lo próximo ao horário de dormir e fixar uma rotina do sono também podem ajudar.

 

Quando o terror noturno acontece esporadicamente, não oferece nenhum risco aos pequenos. Porém, se for muito recorrente, é aconselhável conversar com o pediatra do seu filho, para que ele possa investigar as possíveis causas e definir o melhor tratamento. Esse distúrbio costuma desaparecer naturalmente entre os seis e oito anos de idade.

 

Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae


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20/out/2020

Neurologistas, psiquiatras e cientistas cada vez mais nos mostram estudos que comprovam o quanto a música desenvolve muitas habilidades e expande a capacidade de aprender.

A criança que toca bem um instrumento ou tem uma voz afinada, logo chama a atenção de todos. Como a música é algo intrínseco no ser humano, que envolve a emoção, a inteligência e a sensoralidade, ela cativa a todos, desde os bebês aos adultos.

 

Mas como saber se meu filho tem talento para a música?

 

Segundo o dicionário, talento é uma aptidão, natural ou adquirida. Dessa forma, todos podem ter talentos.

Estudos nos mostram que nascemos com aptidões naturais em certas áreas, mas podemos desenvolver as outras também, caso tenhamos o desejo, disciplina e empenho necessários.

Se pensarmos em Wolfang Amadeus Mozart, teremos a certeza que ele tinha um talento musical nato, mas se formos analisar o ambiente no qual foi criado, vamos descobrir que seu pai tocava instrumentos musicais e o incentivava demais. Além disso, Mozart dedicava horas estudando e compondo suas músicas e de outros compositores que gostava.

O que leva as pessoas a desenvolverem competências são: o ambiente que vivem, a educação e as oportunidades que surgem ao longo da vida. Segundo as pesquisas, todo individuo nasce com um vasto potencial de talentos, mas que estes só vão aflorar, se forem estimulados.

A música é uma das inteligências que mais podemos perceber facilmente. Quase todo mundo gosta de música e existe música em todo o lugar e para todos os gostos. Algo interessante, é que estudos mostram que ao ouvir música o cérebro estimula o lado sensorial. Ao aprender música o cérebro irá exercitar o lado racional. A criança que tem contato com a música desde pequena apresentará um cérebro mais ativo e que potencializará não apenas sua inteligência musical, mas também desenvolverá habilidades que facilitarão o desenvolvimento das outras áreas da inteligência.

O papel da família é expor a criança ao contato com a música, comprando CDs de qualidade, investindo em um bom curso de musicalização infantil, levando os filhos em shows infantis que tenham instrumentos musicais, levando-os em uma loja de instrumentos, etc.

As crianças que crescem percebendo o quanto os pais valorizam a música e vendo a função desta linguagem, naturalmente se interessam, visto que, todos podem desenvolver a inteligência musical.

Obviamente, existem graus de talento, e há pessoas que terão mais facilidade em aprender instrumentos e a cantar do que outras. Todos porém, podem desenvolver sua musicalidade se quiserem. Independente do nível de talento, é necessário dedicação, empenho, subterfúgios técnicos e teóricos para que este talento se desenvolva.

 

Mas como reconhecer este talento?

 

Para reconhecermos este talento, é necessário conhecimento na área. As crianças que tem um talento natural para música, tem interesse por esta linguagem desde pequenas. Gostam de dançar com a música, gostam de cantar, ficam atentas aos sons ao redor, dramatizam histórias cantadas, e naturalmente crescendo neste ambiente estimulador, irão demonstrar cada vez mais interesse por canções, dramatizações, instrumentos musicais, shows que envolvem música, etc.

Quando começam a aprender a tocar um instrumento musical, apresentam um bom ouvido musical, e sentem prazer em estudar. Agora, é importante salientar que, as palavras de incentivo por parte das pessoas mais próximas da criança, são de suma importância. Os pais que elogiam pequenos sinais de progresso, valorizam cada música aprendida, gastam tempo ouvindo seus filhos tocarem, naturalmente fazem seus filhos valorizarem a prática do instrumento e perceberem o quanto a dedicação e a disciplina são importantes. Os pais devem ter consciência que a educação musical é um processo gradativo e que é necessário dominar a ansiedade de ambos os lados. A criança de um modo geral deseja resultados imediatos e, ensiná-las a persistir, a não desistir quando surgem os desafios, são treinos importantes para o ser humano e para sua educação global.

Independente de percebermos ou não um talento nato em nossos filhos, investir na educação musical deles, é uma forma de desenvolver não apenas sua musicalidade, mas as outras áreas de inteligência. A criança, por exemplo, desenvolverá sua percepção auditiva, o que facilitará no processo de alfabetização e estudo de línguas estrangeiras.

Durante a adolescência, a música pode tornar-se uma companheira agradável, ocupando-o de maneira sadia. E na vida adulta, poderá ser uma válvula de escape para descarregar o stress do dia-a-dia.

 

Não é a toa que existe o famoso provérbio popular “Quem canta seus males espanta”.

 

A música faz bem ao nosso interior e nos traz grande satisfação e auto-estima, por isso ela é de suma importância para a vida de todos os seres humanos.


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20/out/2020

Depois do nascimento do bebê, a vida muda para todos que o acompanham. Parece que tudo vira de cabeça para baixo, não é? Principalmente para a mamãe, que tem grandes alterações no dia a dia, na mente e, é claro, no corpo.

Afinal, cuidar de uma criança pequena é uma atividade que demanda muita energia! Nos primeiros meses, então, nem se fala: a dedicação é total para manter aquele serzinho totalmente dependente de você saudável e feliz.

Repetição de tarefas: atenção em todos os sentidos e em tempo integral é justamente essa soma de tarefas, das simples às complexas, que pode ser capaz de causar algumas mudanças no corpo da mãe.

Sabe aquele braço que você acostumou a segurar a criança quando ela está no seu colo? Pois é, com o passar do tempo, é possível que você o sinta diferente. Até mesmo o “simples” movimento de abaixar/levantar para pegar ou colocar a criança no berço, no chão, na banheirinha pode fazer você sentir alguns músculos mais trabalhados.

Aventuras do desenvolvimento: por volta do oitavo mês, o bebê consegue se levantar com ajuda e, geralmente, já consegue se sentar sozinho e engatinhar. A partir daí, mamãe, se prepare!

É aquela cena que a gente bem sabe: ele todo risonho ensaiando passos descoordenados e o pai ou a mãe logo atrás, de olho em qualquer coisa que aconteça no meio do caminho. E haja pernas para acompanhar o ânimo…

Pois é! Que tal aproveitar o momento e abraçar essas tarefas com todo o carinho, entrar logo no ritmo e, muito importante, ouvir o próprio corpo. Manter uma alimentação equilibrada, prestar atenção à postura e a possíveis incômodos são atitudes que podem fazer toda a diferença para a sua saúde e, claro, para o seu bem-estar.

E você, sentiu algum músculo mais fortalecido depois que o seu filho nasceu?

 

Fonte : Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae


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20/out/2020

A gagueira pode ser uma barreira para o desenvolvimento social da criança. Apesar de o distúrbio não ter cura, é possível conviver bem com ele.

Quando a gagueira da criança deve ser motivo de preocupação?

Geralmente na faixa etária de dois a três anos e meio algumas crianças podem apresentar uma disfluência fisiológica. Na maioria das vezes isso ocorre porque a criança ainda não domina o vocabulário necessário. Às vezes acontece também por alterações de cunho emocional como, por exemplo, o nascimento de um irmão ou desajuste no relacionamento dos pais.

A disfluência patológica (gagueira) deve ser motivo de preocupação quando a criança está consciente da dificuldade e luta para falar.

Qual a idade limite para determinar essa diferença?

O fator determinante não é a idade, mas sim os sintomas que a criança apresenta, o seu histórico de vida e genética. Esses fatores pesam mais que a idade e são determinantes na indicação ou não de um tratamento fonoaudiológico.

Quais sintomas precisam ser observados?

Os principais sintomas são a repetição de sons, sílabas, pausas silenciosas durante a comunicação, mudança nas expressões faciais ao se comunicar, agressividade e choro.

A insegurança é um fator preponderante para o desencadeamento da gagueira?

A gagueira é involuntária. Não é um hábito adquirido ou uma desordem relacionada a um distúrbio emocional. Para traçar o diagnóstico de disfluência (gagueira) é feita a avaliação dos três “Ps”: o fator predisponente (predisposição genética), o fator precipitante (o ambiente externo) e o fator perpetuante (as razões que mantêm o problema). A criança predisposta descarrega a tensão na fala e não em outro órgão do corpo e, como de costume fica gaga nesses momentos, isso acaba gerando insegurança.

Quais são as maiores dificuldades para o diagnóstico precoce?

A identificação e avaliação precoce são muito importantes para o sucesso do tratamento, entretanto, muitos pais demoram em procurar a orientação de um fonoaudiólogo, o que acaba gerando prejuízos individuais e até biopsicossociais para a criança. O pediatra pode auxiliar os pais na identificação dos sintomas e conscientizá-los da importância da identificação precoce do distúrbio da fluência.

Muitas crianças viram motivo de chacota na escola. Há alguma técnica que ajuda no equilíbrio emocional da criança?

O melhor para a criança é assumir a gagueira. Dessa maneira saberá lidar com as suas limitações. Além disso, o apoio profissional, familiar e escolar é muito importante no tratamento, por isso, é fundamental o acompanhamento do fonoaudiólogo. Quando a criança não consegue lidar emocionalmente com as situações na escola e enfrenta preconceito o suporte psicológico é fundamental.


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20/out/2020

Dados recentes do Ministério da Saúde, demonstra que aproximadamente 70% das pessoas consultam os rótulos dos alimentos no momento da compra, porém, mais da metade não entende o significado correto das informações.

O objetivo maior é estimular que você e a sua família interprete de forma correta as informações disponibilizadas nos rótulos dos alimentos e saber mais sobre aquilo que você come.

Os dois pontos mais analisados na rotulagem pelos consumidores são: tabela nutricional e alegações de saúde contidas nos rótulos.

O que significa os itens da Tabela Nutricional presente nos rótulos?

– valor energético: é a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais;

– carboidratos: são os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo, principalmente do cérebro;

– proteínas: são componentes dos alimentos necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células;

– gorduras totais: são as principais fontes de energia do corpo e ajudam na absorção das vitaminas A,D, E e K. As gorduras totais, referem-se à soma de todos os tipos de gorduras, tanto de origem animal quanto de origem vegetal;

– gorduras saturadas: tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. O consumo desse tipo de gordura deve ser moderado porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração;

– gorduras trans ou ácidos graxos trans: gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso organismo não necessita deste tipo de gordura e quando consumida em grandes quantidades pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração;

– fibra alimentar: está presente em alimentos de origem vegetal. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino;

– sódio: está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados. Deve ser consumido com moderação, uma vez que o seu consumo em excesso pode levar ao aumento da pressão arterial.

– vitaminas: são indispensáveis para o bom funcionamento do organismo, por isso são chamadas de substâncias reguladoras. A falta na alimentação ou quantidade insuficiente pode nos levar a adoecer. Vegetais, como verduras e frutas são ótimas fontes de vitaminas.

 

Alegação de saúde nos rótulos:cada vez mais os alimentos possuem informação nutricional ou benefícios à saúde como “baixo teor de gordura”, “baixo teor de sódio”, “fonte de fibras”, “livre de gordura trans”, etc. Estas alegações são utilizadas para apresentar os produtos como contendo propriedades benéficas adicionais de nutrição ou de implicações para a saúde.

Estas informações na embalagem dos alimentos são fortemente regulamentadas pela lei, que nos garante que sejam honestas e não sejam enganosas e que possam ser fundamentadas com provas científicas.

 

Curiosidade !!

Ao consultar a lista de ingredientes de um determinado alimento saiba que eles estão em ordem de quantidade. Por exemplo, o primeiro ingrediente citado da lista é aquele que possui maior quantidade quando comparado com os demais ingredientes.


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20/out/2020

Pensar em criança, é pensar em movimento. Tudo é motivo para mexer o corpinho. Tudo tem que virar brincadeira para ser divertido. Como dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo”. Nada é mais encantador para a criança do que brincar. Através desta linguagem ela se expressa, demonstra seus interesses , necessidades e se mobiliza para aprender e se desenvolver.

Pensar em criança, também nos leva pensar em aprendizagem, pois a capacidade de aprender é muito maior quando somos bem jovens. Com os estudos avançados da Neurociência, hoje temos informações seguras, que a fase dos 0 a 6 anos são de extrema importância para o desenvolvimento infantil. É a fase de estruturação do Sistema Nervoso, onde comportamentos são aprendidos e consolidados. As pesquisas mostram que a genética é importante, mas o ambiente no qual o indivíduo está inserido e suas interações, também contribuem e muito, nas habilidades e nos comportamentos que desenvolverá para seu futuro. Em uma entrevista à Revista Pais e Filhos, a neurocientista Elvira Souza Lima explica: “Música é a atividade artística mais completa. Pode ser um instrumento, palmas marcando um ritmo, um canto ou uma dança: o estímulo que vem com o aprendizado musical é mais completo do que ler e escrever. A música é campeã em ativar redes neuronais no cérebro. Uma criança que começa antes dos 7 anos a estudar música tem maiores possibilidades de os lados esquerdo e direito do cérebro se comunicarem melhor, desenvolvendo a atividade do pensamento”.

As crianças desde bem pequenas, demonstram um interesse natural pela música. De maneira geral, expressam suas emoções com maior facilidade através das canções do que pelas palavras. Mas para que a criança possa usufruir dos benefícios que a música oferece, é importante que seja oferecido à ela um repertório de canções e brincadeiras específicas à faixa etária, além de um espaço seguro e arejado, material sonoro rico e ao mesmo tempo, próprio para ser manipulado.

Esse processo musical na primeira infância é chamado de musicalização infantil, que são propostas que tem como objetivo principal, contribuir com o desenvolvimento global da criança, onde ela terá a oportunidade de vivenciar a linguagem musical através de brincadeiras, jogos musicais, em um espaço de sensibilização, construindo seu próprio conhecimento, através de práticas e reflexões musicais.

O objetivo principal do trabalho com a música na Educação Infantil, não é formar músicos, mas oferecer ferramentas que colaborem no desenvolvimento da criança de forma integral.

Alguns acreditam que uma boa aula de música na primeira infância,tem que ter basicamente instrumentos musicais. Obviamente, oferecemos objetos e instrumentos sonoros nas aulas, mas essa é uma parte da aula. É importante que a criança tenha a oportunidade de vivenciar a música em suas diversas formas, seja cantando, dançando, dramatizando e se movimentando.

Uma das atividades que sem dúvida mais interessam e mais promovem a aprendizagem nas aulas de música, são as brincadeiras cantadas, que são atividades ligadas ao movimento e representações. Quando utilizamos estas atividades nas aulas, estamos indo ao encontro das necessidades e interesses da criança, que é brincar e se movimentar. Sendo assim, ela terá foco e atenção nas atividades, terá prazer em repetir e assim, estará consolidando sua aprendizagem de forma prazerosa. Explorando seu corpo, através de movimentos, a criança é capaz de vivenciar os elementos musicais como ritmo, andamento, pulso, dentre outras habilidades essenciais para prática musical, contribuindo para o desenvolvimento psicomotor da criança, o que a auxiliará quando for utilizar e tocar um instrumento musical no futuro.

Através de atividades coletivas, a criança vai formando sua identidade, aprende a se relacionar e a cooperar com os demais. Brincadeiras de roda com cantigas do folclore, por exemplo, são atividades que promovem um grande estímulo no cérebro, pois necessitam de diferentes coordenações. É necessário cantar, dançar, sincronizar o movimento para a roda girar no andamento adequado, prestar atenção nos comandos sugeridos durante a canção, além da parceria entre todos os amigos que estão brincando e se socializando. Desta forma, a criança exercita sua criatividade e imaginação, sua desinibição e aprende também a respeitar as regras do jogo e a cooperar, além de apresentar á criança valores culturais do seu meio.

Como afirmavam duas grandes referências da educação musical Emile Jaques Dalcroze (1865-1950) e Carl Orff( 1895-1982), a música deve ser aprendida pela prática e vivência corporal. Em seus métodos, eles sempre afirmaram que é através dos movimentos, interagindo em grupo, através de uma escuta ativa, que as crianças percebem a melodia, o fraseado, o ritmo e a forma da música, formando a chamada consciência rítmica, o que ajudará a criança no futuro a ser um adulto com facilidade para perceber e executar ritmos musicais.

Quando vemos crianças brincando de roda, cantando e se divertindo, podemos ter a certeza também, que estão vivenciando a música de forma integrada, além de ser uma ferramenta poderosa para o professor identificar as facilidades e dificuldades de cada aluno e assim, poder estimular de forma adequada.

A música é poderosa, envolvente e acima de tudo, deixa memórias boas e inesquecíveis. Quem não se lembra de sua infância brincando de roda? As memórias geralmente são tão positivas, que geralmente são as músicas que cantamos para nossos filhos quando são pequenos, para brincar com eles.

Como pais, desejamos que nossos filhos se desenvolvam, mas acima de tudo queremos que cresçam felizes e com boas recordações em relação a sua infância.

A vida é feita de momentos. Por isso devemos estar atentos as vivências que estamos oferecendo a nossas crianças.

As brincadeiras cantadas são, sem dúvida, uma forma acessível, barata e poderosa para deixar memórias cheias de risos e divertimentos a seu filho, além de contribuir para que ele se desenvolva de forma plena e feliz. Não é toa que essas canções existem á centenas de anos, ultrapassando diversas gerações. É cultura, é aprendizado,é diversão!!!




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